novembro, 2018 | Centro Veterinário do Anil

Diabetes em Gatos – Como diagnosticar e de que forma tratar

A diabetes em gatos não costumava ser muito comum, mas vem sendo cada vez mais diagnosticada.

A diabetes é uma doença que vem crescendo e preocupando os humanos, os levando a procurar uma vida mais saudável. Mas o que nem todo mundo sabe é que a diabetes tanto do tipo 1 quanto do tipo 2 vem crescendo dentro do mundo animal também, principalmente entre os gatos, e esse é um problema tão grave quanto em humanos.

diabetes mellitus é uma doença que vem afetando cada vez mais os gatos, e suas causas e sintomas são os mesmos que nos humanos. A diabetes em gatos é uma doença que afeta a produção de insulina do pâncreas do bichinho, que acaba por produzir menos do que devia. Além das vitaminas e proteínas necessárias para a nutrição do gatinho, seu corpo também absorve carboidratos que acabam se transformando em açúcares, como a glicose. A insulina ajuda a célula a transformar a glicose em energia, e com a falta dela, essa glicose acaba se instalando na corrente sanguínea e causando hiperglicemia.

A diabetes felina está mais associada a gatos idosos ou acima do peso (por isso a incidência é maior em machos castrados), mas está cada vez mais comum gatos jovens e saudáveis serem diagnosticados com a doença. Então, assim como com os humanos, a diabetes em gatos está relacionada à uma pré-disposição do organismo, combinada com má nutrição, obesidade e sedentarismo.

Sem tratamento, a doença pode causar outros problemas com o passar do tempo, como a má mobilidade das patas e perda de massa muscular. Isso pode acarretar outros problemas sérios ao organismo do bichinho por ele ficar mais fraco, então esteja atento.

 

Diagnóstico e tratamento rápidos são cruciais

Para os felinos a diabetes também pode ter o tipo 1 tipo 2, mas a maioria dos casos em gatos tem o diagnóstico de tipo 2. A diferença entre ambas é o funcionamento do pâncreas, na tipo1 o órgão praticamente para de funcionar, e na tipo 2 a produção de insulina é insuficiente.

O que eu preciso saber sobre a vacinação de cães?

As vacinas são produtos específicos que ativam o sistema imunológico do animal e fazem com que ele fique imunizado. Isso acontece através da produção de anticorpos pelo próprio organismo do bichinho. O que faz isso é importante? Para que se o seu bichinho entrar em contato com um vírus ou uma bactéria que possa deixá-lo doente, o organismo já esteja protegido e a doença não aconteça.

Preciso vacinar meu cão? Quando devo fazer isso?

Sim, precisa! E não é só filhotinho, os adultos também devem tomar vacinas diversas.
As vacinas não são caras e podem proteger o bichinho das mais diversas doenças.
Quando devo vacinar o meu cachorro? Há diversas vacinas que precisam ser dadas, mas a primeira é com 45 dias de vida. Trata-se de uma vacina que protege o pet de várias doenças e, por isso, pode receber o nome de V8, V10 ou V11.

No geral, a primeira dose é aos 45 dias de vida, a segunda aos 60 dias e a terceira aos 90 dias de vida, mas isso pode mudar de acordo com o protocolo do médico veterinário. Dependendo do caso, ele pode indicar que a vacinação antes dos 45 dias, principalmente quando a mamãe dos filhotes não era vacinada. Em outros casos, ele pode pedir ainda uma quarta dose.

Essa é uma das vacinas essenciais e protege o bichinho de:

• Parvovirose;   • Cinomose;   • Coronavirose;   • Parainfluenza;   • Hepatite;
• Adenovirose;  
• Leptospirose.

Outra vacina considerada essencial, ou seja, todo filhote de cachorro precisa tomar, é a vacina antirrábica. Essa pode ser aplicada aos quatro meses de idade ou aos seis meses de idade, de acordo com o protocolo veterinário. Há algumas vacinas são consideradas “opcionais” e são dadas de acordo com a fase do animal, o risco da doença no local no qual ele vive, entre outros. Quem vai decidir isso? O médico veterinário. É ele que irá examinar o pet e fazer o protocolo todo de vacinação que deve ser seguido à risca pelo proprietário. Tudo isso para garantir que o bichinho fique bem, saudável e protegido. Dentre elas pode-se citar a que protege da tosse dos canis e da leishmaniose.

 

Posso vacinar em qualquer lugar ou comprar e vacinar na minha casa?

Não. Isso não é o melhor a ser feito e pode ser que você gaste dinheiro com as vacinas e elas não deixem seu filhote ou cão adulto protegido. Antes de um bichinho ser vacinado ele precisa ser examinado. Se o pet tiver qualquer doença ou com uma verminose, por exemplo, a vacina não conseguirá ter o efeito desejado. Um organismo enfraquecido não conseguirá reagir bem à vacina.

Além disso, há uma grande divisão entre as vacinas “éticas” ou “não éticas”. Embora oficialmente todas as vacinas que possuem registro no Ministério da Agricultura, têm a sua eficácia comprovada, há várias alterações que podem fazer com que a vacina, mesmo que ela tenha saído em perfeitas condições do local fabricado, não faça o efeito esperado. Por exemplo, uma vacina colocada a uma temperatura muito alta, exposta ao tempo, ou congelada, perde totalmente o seu efeito.

Isso faz com que as vacinas que não têm um controle tão efetivo e são vendidas em qualquer lugar sejam consideradas “não éticas”. Por que isso? Porque ao serem oferecidas e vendidas em qualquer lugar, as vacinas “não éticas” podem sofrer variação de temperatura considerada inadequada e, por isso, pararem de fazer efeito. Essas vacinas sempre são as nacionais, pois as vacinas importadas não permitem a venda sem que haja uma geladeira apropriada e adequada, de acordo com as regras e normas de manutenção, para garantir a eficácia do produto. Além disso, apenas médicos veterinários, pessoas que têm conhecimento e sabem todos os detalhes desde o processo de fabricação até todo o processo e necessidade de manutenção, podem comprar a vacina importada. Isso faz com que além de um local adequado, as vacinas sejam trabalhadas apenas por profissional qualificado. Essa segurança e eficácia faz com que as vacinas importadas sejam consideradas “éticas”. Além disso, as vacinas importadas são feitas por empresas grandes e conceituadas, que por terem maior retorno financeiro, conseguem investir em mais pesquisas e a cada dia oferecer um produto melhor aos animais.

 

Como é aplicada a vacina? Ele sentirá muita dor?

A vacina é aplicada embaixo da pele do bichinho. É uma injeção e rapidinho ele está vacinado. Os filhotes, por serem mais sensíveis e não entenderem o que está acontecendo, muitas vezes choram um pouquinho. Já os adultos, não costumam nem notar que a aplicação foi feita. No local da vacina pode ocorrer um aumento de volume por alguns dias. É normal. Para diminuir isso, pode fazer compressa de água fria ou quente no lugar. É importante lembrar que nem todos os bichinhos têm esse aumento de volume.

 

Dá alguma reação?

No geral não. O que pode acontecer é do animal ficar mais quietinho ou sonolento no dia da aplicação, pois além de ter tomado a vacina e do seu organismo estar reagindo, ele teve toda a emoção de sair de casa, ser levado à clínica e isso pode deixá-lo mais cansadinho. Já as vacinas antirrábicas podem dar reação. Alguns pets têm febre e ficam muito quietinhos. Nesses casos, converse com o médico veterinário para que a medicação seja prescrita. Vale ressaltar que as vacinas precisam ser reforçadas anualmente, ou seja, o bichinho precisa tomar todo ano uma dose nova. Não se esqueça disso. Mantenha a vacinação em dia e garanta a saúde do seu cachorrinho de estimação.

 

Parvovirose Canina – Conheça a doença e saiba como prevenir seu pet

Com certeza você já se deparou com alguém comentando sobre a “parvo”, uma doença famosa que pode acometer nossos cães, causando diarreia com sangue entre outros sintomas diferentes que confundem com diversas doenças. Quem é esta tal de parvovirose canina: você já ouviu falar? Como é transmitida? Como evitar?

A parvovirose é conhecida popularmente por parvo, é uma doença grave, causada por um vírus e que pode levar a morte. Pode ocorrer em todos os canídeos, principalmente os cachorros, sendo mais comum de acontecer em cães filhotes (menos de um ano de idade) por serem mais frágeis que um adulto e mais grave em filhotes com menos de 6 meses de idade principalmente se tiverem vermes intestinais pois estes diminuem a imunidade.

O animal vai apresentar diarreia que normalmente é acompanhada de sangue, vomito, falta de apetite, prostração, febre, perda de peso ,entre outros. Parvovirose é muito contagiosa , vive no ambiente por muito tempo, resiste até a limpeza com desinfetantes, passa facilmente de um cão para o outro, pois o vírus sai nas fezes do animal doente e pode ser inalada ou ingerida por outros.

O diagnóstico é feito através de exames laboratoriais como ELISA, detecção do vírus nas fezes, também pode ser pelo quadro clinico do animal, mas este apenas sugere a doença, não confirma, pois pode confundir com algumas outras enfermidades. Não há um tratamento especifico para a parvovirose por se tratar de um vírus, apenas é feito o tratamento sintomático, portanto é importante levar seu cãozinho a um veterinário para que possa ser tratado o quanto antes.

 

Como evitar a parvovirose canina?

A prevenção deve ser feita evitando contato de animais doentes com sadios, não coloca-los em ambiente contaminado por no mínimo 6 meses e vacinação. A vacinação é a principal forma para evitar a “parvo”, podendo ser feita na mãe antes de dar cria para que a imunidade possa ser passada aos filhotes através da amamentação e nos filhotes sendo feita três doses e reforço anual, apenas nos cães da raça Rottweiler é aconselhável fazer quatro doses pois essa raça tem mais predisposição a pegar a doença.

Confira, abaixo, alguns dados mais específicos em relação à transmissão, sintomas, desenvolvimento da doença e tratamento da parvovirose canina, e fique ligado nos sinais que o seu cãozinho pode estar apresentando.

Transmissão da parvovirose canina

Conforme relatado anteriormente, a única forma de prevenção da parvovirose canina é a vacinação e cachorros que não receberam a imunização do vírus correm o risco de serem contaminados em um simples contato com um animal infectado. Podendo ficar encubada por até 15 dias, a doença pode não ser detectada durante este período; embora o cão já esteja com a doença em seu organismo e, por isso, possa transmitir o problema para outros animais com quem ele tenha contato direto.

As fezes dos animais contaminados são, sem dúvida, o foco principal de transmissão do vírus. No entanto, pessoas também podem ser responsáveis pela infecção de outros cães, já que, pessoas que tem contato com o vírus podem carregá-lo nas suas roupas e calçados, por exemplo, contaminando os pets que entrarem em contato com estes itens.

Outra forma de transmissão da doença se dá por meio de objetos usados por cães contaminados com a parvovirose canina. Portanto, é importante lembrar que qualquer item que tiver sido de um animal infectado (como brinquedos, bebedouros, mordedores, roupas e acessórios) não deve ser usado por outros cães, devendo ser descartado.

Os sintomas da parvovirose

Além da diarreia com fezes líquidas, sangue  e um odor fétido característico – tido como um dos mais clássicos sinais da doença – os vômitos, a febre alta e a gastroenterite (inflamação das mucosas do estômago e do intestino) também fazem parte do conjunto de sintomas da Parvovirose. Deixando o animal bastante debilitado, as febres provocadas pela doença podem chegar a até 41 °C.

Desidratação, perda de apetite e apatia profunda também entram na lista de sinais da doença, que é fatal em cerca de 80% dos casos. Embora possam ficar encubados por algum tempo, os sintomas da Parvovirose, quando começam a se manifestar no animal, podem chegar de maneira tão rápida e agressiva, que são capazes de levar o cão à morte em questão de horas.

Portanto, fica clara a necessidade de, ao notar qualquer sinal que possa indicar a doença, trazer o seu pet ao Centro Veterinário do Anil o mais rápido possível; já que somente o pronto atendimento adequado pode aumentar as chances de que o seu cãozinho sobreviva a este terrível problema.

Coronavirose – Identificando sintomas e prevenindo o problema

Tida como uma das doenças virais mais sérias e prejudiciais aos cães, a coronavirose é altamente contagiosa e afeta o trato intestinal dos animais acometidos por ela. Também conhecida como Gastrointerite Contagiosa dos Cães, a doença tem o vírus chamado de Corona como agente, e pode ser transmitida para animais como gatos e bovinos e até seres humanos, sendo considerada uma zoonose.

Embora tenha sido identificado primeiramente em frangos, o vírus Corona tem os cães entre os seus principais prejudicados nos dias de hoje, e ganhou este nome por se instalar em forma de coroa nas células que o multiplicam. Frequentemente confundida com a parvovirose.

Coronavirose desencadeia uma série de sintomas bastante parecidos com os da parvo, apenas de forma mais branda, incluindo diarreias em forma de jatos, perda de apetite e febre, entre outros.

A forma mais comum de contaminação da coronavirose é por meio do contato de cães sadios com as fezes de animais infectados, sendo que os primeiros sinais da doença já começam a se manifestar nos cachorros acometidos cerca de três dias até sete após o contágio. Contando com níveis de intensidade bastante variados, os sintomas da doença podem ser bem leves e, em alguns casos, melhorar depois de alguns dias mesmo sem tratamento específico.

Entretanto, casos mais graves podem ser fatais para os cachorros que não são prontamente atendidos; por isso, ao perceber qualquer sinal atípico que se assemelhe aos sintomas da coronavirose em seu pet, é fundamental que ele seja analisado por um profissional veterinário, evitando complicações maiores. Conheça, a seguir, um pouco mais sobre as particularidades desta doença, e saiba como agir para preveni-la e tratá-la no seu bichinho de estimação.

 

Transmissão da Coronavirose

Conforme citado anteriormente, a principal forma de transmissão da doença é por meio do contato direto de um cão sadio com os dejetos de um animal contaminado, sendo que o contato com qualquer tipo de mucosa ou secreção infectada também favorece a propagação.

Objetos usados pelos cachorros doentes também ficam infectados pelo vírus corona, assim como o ambiente em que ele vive e despeja suas fezes. Portanto, os itens de uso de um cão contaminado pela coronavirose devem ser esterilizados e limpos com produtos desinfetantes apropriados antes que qualquer animal sadio tenha contato direto com eles.

 

Sintomas da coronavirose

Os principais sinais da doença são bastante parecidos com os sintomas da parvovirose, e incluem febre, Vômitos, apatia, desidratação, anemia, cólicas estomacais, perda de apetite e diarreia – que ocorre em forma de jatos, tem cor alaranjada e não possui odor forte. Afetando o trato intestinal dos cachorros, a coronavirose raramente se espalha para outros órgãos do animal, embora o lacrimejamento também possa fazer parte do conjunto de sinais da doença, em alguns casos.

Seu gato está gordo?

A obesidade em gatos, em números, chega a atingir 25% até 30% da população felina, aproximadamente. Com uma vida menos ativa do que a da maioria dos cães, a obesidade nos gatos acaba acontecendo sem que os donos realmente notem, mas a verdade é que, com o pensamento de que gatos e cachorros tem que comer as mesmas calorias que gastam no dia-a-dia e nada mais, os gatos comem muito mais do que fazem alguma atividade que queime as calorias ingeridas.

Para descobrir a obesidade em gatos apalpar as costelas e facilmente encontrá-las é um bom e simples modo de saber se o gato está acima do peso ideal. Tem que sentir e localizar as costelas e coluna sem maiores problemas, só com uma camada de massa por cima. O peso dos bichanos varia, em média, entre 3 e 5 quilos. Gatos com a estrutura óssea maior, podem pesar além dos cinco quilos.

Já que os gatos podem ser mais caseiros do que a maioria dos cães, gostam de dormir ou só ficarem quietos, uma boa dica para obrigá-los a fazer um pouco de atividade física é colocando os petiscos ou comida em lugares de difícil acesso, em como em cima de armários. Assim, o gato, obrigatoriamente, terá que fazer um pouco de atividade para conseguir comer.

Os donos de gatos obesos também podem espalhar brinquedos interativos pela casa, como arranhadores, tudo o possível para entretê-los e, ao mesmo tempo, criar uma atividade física. O dono também pode chamar o gato para ir com ele quando for mudar de cômodo na casa, um facho de luz de uma lanterna também pode entreter bastante o gatinho que, provavelmente, vai ficar caçando-o nas paredes da casa.

obesidade nos gatos pode trazer vários outros problemas, como dificuldade em se locomover, expectativa de vida diminui, doenças osteoarticulares, insuficiência cardíaca, piora nas condições respiratórias, doenças no fígado, etc.

Mas antes de qualquer mudança, principalmente no que se refere à dieta, a melhor opção é consultar um profissional da área, para confirmar se o gato está mesmo obeso e se não tem nenhum problema fazer as mudanças na alimentação e rotina. O principal cuidado e preocupação deve ser a saúde do bichano.

Muitas vezes, ainda, a obesidade em gatos não está somente ligada a sedentarismo ou alimentação incorreta, a obesidade pode ser indicação e uma doença endócrina e deve ser levada a sério, sempre que perceber seu gato obeso, principalmente se ocorrer em um período curto de tempo, leve-o ao veterinário para fazer exames de sangue.

Iguana Marinho

O arquipélago de Galápagos é a única região do planeta que possui esse réptil marinho. O iguana marinho (Amblyrhynchus cristatus) vive boa parte do tempo dentro da água procurando algas marinhas usadas na alimentação. Para encontrar essas algas, ele mergulha abaixo da linha da maré em até 40 metros de profundidade e permanece submerso até 60 minutos sem respirar. É um réptil que pode chegar a 1,75 metro de comprimento, no caso macho. Como todo réptil, o iguana é também um animal pecilotérmico. Para evitar uma queda acentuada de sua temperatura, antes de mergulhar, ele passa por um aquecimento ao sol, elevando a temperatura para próximo dos 36 graus centígrados. Sempre que a temperatura cai abaixo de 18°C, ele sobe os rochedos para se aquecer, ali permanece durante horas, quase sempre em grupos.

Embora o aquecimento seja importante à sua sobrevivência, a temperatura não deve ultrapassar 43°C para que ele não corra risco de vida. Durante o mergulho, a frequência cardíaca diminui drasticamente em função da queda da temperatura, atingindo 3 ou 5 batidas por minuto. Com uma frequência cardíaca tão baixa, pouco sangue vai à pela para realizar a troca de calor. Diminuindo a temperatura, cai também o metabolismo, e assim o animal pode ficar mais tempo até uma hora sem respirar dentro da água. Enquanto permanece na água, a temperatura se aproxima de zero grau centígrado.
Nessas condições o iguana consegue economizar oxigênio e energia enquanto permanece submerso, em compensação, torna-se mais lento. Se a água do mar estiver numa temperatura mais baixa que a temperatura do corpo do iguana, ele precisa de um bom aquecimento antes de entrar na água, uma vez que vai transferir calor do corpo para a água. É bom lembrar que a água rouba calor 25 vezes mais que o ar.
O iguana possui uma glândula dessalinizadora, localizada entre os olhos, responsável pela eliminação do excesso de sal presente na corrente sanguínea. Os cristais de sal também são eliminados por espirros, cada vez que ese sal atinge as vias nasais.
O iguana tem uma expectativa de vida ao redor de 30 anos

 

Hábito alimentar

O iguana marinho é onívoro, ou seja, alimenta-se de vegetais e animais. No seu cardápio estão os filhotes de leão marinho, caranguejos e algas marinhas.

 

 

Reprodução

Na fase de reprodução o macho constrói um harém com um grande número de fêmeas. A construção do Harém é feita com muita luta e sacrifício. É um animal ovíparo que coloca seus ovos na areia da praia, em número de 2 a 3, em buracos de 30 cm de profundidade, com tamanho que varia de 8 a 14 cm. O período de incubação varia de 100 a 120 dias e são incubados pelo calor do sol.

Quando devo levar meu pet ao veterinário?

Criar o hábito de levar o seu animal de estimação regularmente ao veterinário é fundamental para a prevenção de doenças e para o início imediato de um tratamento, caso ele seja necessário.

Muitos donos ainda têm o hábito de postergar a visita ao veterinário por achar que o mal estar é temporário e por acreditar que a ida ao veterinário pode estressar o animal. Esse hábito impede que uma doença em fase inicial seja detectada”, explica Dr. Antônio Alves de Siqueira, clínico geral e diretor médico do Centro Veterinário do Anil, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. “Para evitar contratempos, o dono precisa prestar atenção a qualquer alteração de comportamento”, completa.

Caso o animal apresente sintomas como vômito, diarreia, dificuldades respiratórias ou mudanças de comportamento como falta de apetite, agressividade e tristeza, o tutor do pet deve ficar atento.

“Nos casos que envolvem vômito e diarreia, é recomendável que o dono espere no máximo até 12 horas para ir ao veterinário”. Já nos casos relacionados à mudanças comportamentais, é aconselhável que o animal seja avaliado por um médico em até 24 horas após o início dos sintomas.

É comum que os animais mudem o seu comportamento porque estão sentindo dor. Por isso, caso o quadro se prolongue, é bom que um médico avalie o bichinho”, diz o veterinário. “E, independentemente do sintoma, nunca automedique o seu animal de estimação porque isso pode piorar o quadro clínico”, completa.

Além dos casos críticos, ao animais saudáveis devem fazer visitas regulares ao médico veterinário. O objetivo dessas consultas é fazer um check-up no pet e prevenir futuras doenças.

Saiba qual é a frequência ideal para levar o seu pet ao médico:

  • Filhotes: consultas mensais até os 6 meses de idade. Nesse período, o animal tomará as vacinas obrigatórias e o crescimento e desenvolvimento do pet será avaliado
  • Adultos (a partir dos 7 meses): consultas anuais. O animal receberá as vacinas de reforço e será feita uma avaliação clínica para analisar boca e ouvidos, qualidade do pelo e ganho de peso
  • Idosos (a partir dos 7 ou 8 anos): consultas semestrais. Além da avaliação clínica, alguns exames serão realizados como exame de sangue, ecocardiograma e raio-x do tórax e será avaliado a pressão arterial e a função renal do animal.

Cuidados necessários com as Calopsitas

A calopsita está entre as principais aves escolhidas para estar presente nas residências e costuma viver fora das gaiolas.

A calopsita é uma ave que pode ser encontrada em todos os cantos do mundo não à toa, também é adorada em todo ele. Integrantes do gênero dos psitacídeos, mesmo dos papagaios, araras, cacatuas, ela é uma das principais escolhas de quem deseja ter uma ave de estimação em casa.

Bastante independentes, a calopsita não gosta de viver em gaiola e prefere ser criada solta. Ela estará constantemente perto do dono, seguindo os passos dele pela casa, por ser um animal muito companheiro. Além disso, é conhecida pela grande capacidade de aprender truques caso seja bem treinada.

Como criar uma calopsita? Conheça os cuidados básicos:

A criação das calopsitas pode ser feita em gaiolas, mas não é o ideal, por isso ela é mais indicada para quem mora em apartamento (por ser um local mais fechado e como menores riscos de fuga). Se a intenção for criá-la solta, é importante consultar um advogado para efetuar o corte das asas. Essa é a melhor opção, já que a ave é barulhenta e precisa de espaço para que possa cantar, gritar ou assobiar sem muitos problemas.

Entre os principais cuidados básicos, o que mais se destaca é a alimentação, limpeza da gaiola (caso seja não seja criada solta), horários de sono e cuidados específicos com a saúde, que podem variar bastante e precisam de um acompanhamento médico.

Alimentação

As calopsitas vivem principalmente de sementes e rações específicas – que podem ser encontradas em pet shops ou lojas especializadas. As sementes não podem ser de apenas um tipo, geralmente são um mix de painço (em torno de 50%) e alpiste, aveia, arroz e girassol (que podem ser divididos nos outros 50%). Verduras, legumes e frutas podem complementar o cardápio.

Geralmente a alimentação da calopsita é baseada em um mix de sementes.
Caso você deseje alimentar a ave com legumes ou folhas, é preciso ficar atento. Opções como almeirão, cenoura (ralada), rúcula, couve flor, jiló, couve e abobrinha devem ser dados crus, enquanto batata doce, milho verde e sementinhas de abóbora podem ser dados cozidos, sem nenhum tipo de tempero.

Frutas como mamão, maçã e melancia também são boas pedidas para as calopsitas, assim como os ovos – desde que sejam sempre bem cozidos e amassados antes. Já os alimentos que não podem nem se quer serem considerados na alimentação das aves são: alface, alimentos fermentados (como bolos ou pães), agrião, leite e seus derivados.

Reprodução

A reprodução das calopsitas pode ser realizada a partir do primeiro ano de vida  e em qualquer época do ano. Porém, o mais recomendado é realizar entre 2 a 3 ninhadas anuais, com o objetivo de não levar as aves à exaustão. Os ninhos para o acasalamento de calopsitas podem ser tanto verticais como horizontais, apesar de os verticais serem mais comuns (com até 40 cm de altura). Tanto aves fêmeas como machos chocam. Para facilitar a reprodução, cubra o ninho com aparas ou turfas.

O acasalamento pode gerar entre 4 e 7 ovinhos, e a incubação deles varia entre 15 e 20 dias. Os filhotes devem viver com seus pais, pelo menos, até completarem 60 dias.

Como lidar com uma calopsita?

A ave extremamente ativa, além de super inteligente. Não à toa, exige interação e atenção do dono. Caso ela não receba a atenção que deseja, pode ter algumas atitudes estranhamente agressivas, como é o caso de arrancar suas próprias penas.

As calopsitas são barulhentas, apesar de serem mais calmas e quietas após a domesticação. Mesmo assim, em alguns períodos, elas vão querer cantar, assobiar ou até mesmo gritar. Quando isso acontecer, não as interrompa.

Como cuidar de um coelho doméstico

Quando você ganha ou compra um coelho você deve, naturalmente, saber como cuidar dele adequadamente. É importante separar o fato da ficção e, portanto, certifique-se que você vai ser capaz de manter o seu coelho feliz, saudável e amigável para que você e ele possam viver uma vida feliz juntos. Tente se relacionar e compreendê-los, mas de-lhes espaço também para para se tornarem o coelho que você quer que ele/ela sejam.

Coelhos devem ser alimentados com ração apropriada e ter feno ilimitado. A ração deve ser cuidadosamente controlada a partir de cerca de 6 meses para que o coelho não fique obeso.
Os vegetais devem ser dados todos os dias a partir de cerca de 6 meses de idade com o mínimo determinado pelo peso do coelho. Certifique-se de pelo menos um vegetal que você alimente-o a cada dia contém vitamina A. Frutas são quitutes especiais e devem ser dadas com moderação. Frutas e verduras só aquelas completamente livres de pesticidas e muito bem lavadas!

Limpe a gaiola do seu coelho regularmente. Afinal, ninguém gosta de uma casa suja. Você também pode criar um espaço a céu aberto, desde que tenha um espaço coberto para o coelho se proteger da chuva. Um coelho só precisa de uma gaiola de 3 metros de largura x 2 metros de profundidade X 2 metros de altura, no mínimo, mais coelhos precisam de mais espaço. O fundo da gaiola deve ser plano e não com os espaços normais de grades. Busque sempre a maior gaiola possível, pois espaços pequenos demais não são para coelhos!

Lembre-se que você terá que dar atenção para ele todos os dias, pelo menos um pouquinho. Quando viajar, certifique-se que alguém poderá tomar conta dele para você. Além desse tempo para seu coelho, deixe ele também ter alguns brinquedos seguros e atóxicos para brincar sozinho.

Consulte um veterinário e vacine seu coelho contra Doença Hemorrágica Viral (anualmente) e mixomatose (a cada seis meses). Mudanças bruscas no apetite de seu coelho ou na personalidade dele devem ser vistas com cautela e merecem os cuidados de um veterinário.

Se você tem um jardim, cuide para que este fique imune a vermes e bactérias, principalmente se você gosta de levar seu coelho para brincar nele. Doenças simples podem se tornar uma grande dor de cabeça e uma doença grave para seu bichinho.

É importante que o coelho tenha sempre algo para roer em sua gaiola, preferencialmente madeira não tratada, ou ele terá problemas com sua dentição.

Não é necessário dar banhos no seu coelho, mas se julgar necessário, pergunte ao seu veterinário qual xampu é mais adequado, para não causar nenhum problema de pele no animal.

Para mantê-los frescos nos dias quentes , coloque gelo, água gelada ou um azulejo frio na gaiola. Não coloque cobertores na gaiola, pois o material com que o cobertor é feito pode sufocar o coelho.

Certifique-se que seu coelho brinca e faz exercícios suficientes para não ter problemas devido a obesidade.

Há muitos tipos de personalidade diferentes de coelhos, alguns são ativos, alguns são preguiçosos e alguns estão no meio termo.

Carnes, bebidas gaseificadas ou coloridas artificialmente não foram feitos para coelhos. Alface é um bom alimento, desde que seja orgânico.

Faça um ambiente à prova de coelhos, escondendo os fios da casa e objetos que você não quer que ele fique roendo.

Medicamentos anti-pulgas devem ser evitados e não pense em comprar algum sem consultar um veterinário!

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