julho, 2020 | Centro Veterinário do Anil

A cura vem do médico ou do remédio?

Em verdade, a cura não vem nem do remédio e nem do médico. A cura vem do próprio corpo – uma criação divina – que tem inteligência de buscar a própria recuperação. O remédio se chama remédio porque não cura, apenas, remedia. Ao médico cabe somente a função de prescrever o remédio que atua nos sintomas, abafando os sintomas e minimizando; em alguns casos, o sofrimento (no caso da dor, por exemplo), enquanto o corpo busca a autocura.
Quando alguém se fere, não é o remédio que fecha a ferida, mas, o próprio corpo. Médico e remédio são apenas ferramentas de auxílio ao corpo, enquanto esse trabalha em busca da sua própria recuperação, caso ele ainda tenha reserva fisiológica.

Na medida em que o corpo envelhece e as suas reservas fisiológicas diminuem, também diminui a sua capacidade de se curar. É o caso, por exemplo, de um organismo que atingiu a falência múltipla de seus órgãos; onde o médico e o remédio nada mais podem fazer.
Na próxima vez em que for usar ou dar - ao seu animalzinho - algum remédio, saiba que a cura dele virá do próprio organismo, com a sua fantástica inteligência.

Autor: Dr. Antônio Siqueira (RESPONSÁVEL TÉCNICO)

Na hora de adquirir um animal de estimação, pense nisso! Consulte – no Centro Veterinário do Anil (CVA).

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Est. de Jacarepaguá, 5930 - Anil, Rio de Janeiro - RJ.

(21) 2447-7315  |   96494-4942  |   98592-6563

Animais de estimação – vantagens e desvantagens

Como tudo na vida, os pets têm vantagens e desvantagens. Entre as desvantagens estão o fato de que eles podem transmitir ou receber, aproximadamente 254 doenças, chamadas de zoonozes. Outra grande desvantagem é que nenhum deles vem com manual de instruções. Isso quer dizer que, se o tutor deseja adquirir um animal de estimação deve conhecer as características biológicas e comportamentais inerentes à espécie ou à raça em questão. Assim, o tutor poderá tirar proveito de uma interação harmoniosa e benéfica, sem correr o risco de estimular - de forma involuntária, o desenvolvimento de distúrbios comportamentais no seu pet; atraindo para si, problemas que, muitas vezes, se tornam a principal causa de abandono. Os distúrbios de comportamento canino, por exemplo, constituem a principal causa de abandono; um problema que poderia ser evitado, se o tutor tivesse o cuido de estudar as características da espécie e da raça, ou consultado um médico veterinário especializado em distúrbios de comportamento.

Por não saber lidar com o cão, ou por achar que a psicologia humana pode ser aplicada também ao cão, inicia-se ainda nos primeiros meses de vida do animal, uma série de problemas comportamentais que inviabilizam, na maioria das vezes, a convivência do animal com seus tutores. E o pior é que, os tutores, em sua maioria, não tem conhecimento de que o seu pet tem distúrbios de comportamento e se encontra em estado de sofrimento; acreditando, portanto, que tais comportamentos são totalmente normais.
A maioria dos tutores acredita que, o fato de ser um animal adulto ou idoso dificultaria a resposta ao tratamento, o que não é verdade. Não importa a idade de um cão, o veterinário especializado em distúrbio de comportamento, reverte o animal a um estado de recuperação, quase de imediato.

Autor: Dr. Antônio Siqueira (RESPONSÁVEL TÉCNICO)

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