Fábio Rezende | Centro Veterinário do Anil

A cura vem do médico ou do remédio?

Em verdade, a cura não vem nem do remédio e nem do médico. A cura vem do próprio corpo – uma criação divina – que tem inteligência de buscar a própria recuperação. O remédio se chama remédio porque não cura, apenas, remedia. Ao médico cabe somente a função de prescrever o remédio que atua nos sintomas, abafando os sintomas e minimizando; em alguns casos, o sofrimento (no caso da dor, por exemplo), enquanto o corpo busca a autocura.
Quando alguém se fere, não é o remédio que fecha a ferida, mas, o próprio corpo. Médico e remédio são apenas ferramentas de auxílio ao corpo, enquanto esse trabalha em busca da sua própria recuperação, caso ele ainda tenha reserva fisiológica.

Na medida em que o corpo envelhece e as suas reservas fisiológicas diminuem, também diminui a sua capacidade de se curar. É o caso, por exemplo, de um organismo que atingiu a falência múltipla de seus órgãos; onde o médico e o remédio nada mais podem fazer.
Na próxima vez em que for usar ou dar - ao seu animalzinho - algum remédio, saiba que a cura dele virá do próprio organismo, com a sua fantástica inteligência.

Autor: Dr. Antônio Siqueira (RESPONSÁVEL TÉCNICO)

Na hora de adquirir um animal de estimação, pense nisso! Consulte – no Centro Veterinário do Anil (CVA).

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Est. de Jacarepaguá, 5930 - Anil, Rio de Janeiro - RJ.

(21) 2447-7315  |   96494-4942  |   98592-6563

Animais de estimação – vantagens e desvantagens

Como tudo na vida, os pets têm vantagens e desvantagens. Entre as desvantagens estão o fato de que eles podem transmitir ou receber, aproximadamente 254 doenças, chamadas de zoonozes. Outra grande desvantagem é que nenhum deles vem com manual de instruções. Isso quer dizer que, se o tutor deseja adquirir um animal de estimação deve conhecer as características biológicas e comportamentais inerentes à espécie ou à raça em questão. Assim, o tutor poderá tirar proveito de uma interação harmoniosa e benéfica, sem correr o risco de estimular - de forma involuntária, o desenvolvimento de distúrbios comportamentais no seu pet; atraindo para si, problemas que, muitas vezes, se tornam a principal causa de abandono. Os distúrbios de comportamento canino, por exemplo, constituem a principal causa de abandono; um problema que poderia ser evitado, se o tutor tivesse o cuido de estudar as características da espécie e da raça, ou consultado um médico veterinário especializado em distúrbios de comportamento.

Por não saber lidar com o cão, ou por achar que a psicologia humana pode ser aplicada também ao cão, inicia-se ainda nos primeiros meses de vida do animal, uma série de problemas comportamentais que inviabilizam, na maioria das vezes, a convivência do animal com seus tutores. E o pior é que, os tutores, em sua maioria, não tem conhecimento de que o seu pet tem distúrbios de comportamento e se encontra em estado de sofrimento; acreditando, portanto, que tais comportamentos são totalmente normais.
A maioria dos tutores acredita que, o fato de ser um animal adulto ou idoso dificultaria a resposta ao tratamento, o que não é verdade. Não importa a idade de um cão, o veterinário especializado em distúrbio de comportamento, reverte o animal a um estado de recuperação, quase de imediato.

Autor: Dr. Antônio Siqueira (RESPONSÁVEL TÉCNICO)

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Pró-Heart: Livre do verme do coração

A Dirofilariose, também conhecida como verme do coração, é uma doença causada pelo verme parasitário Dirofilaria immitis. Sua transmissão ocorre através de mosquitos, que após picarem os animais, hospeda o verme no lado direito do coração. Por se alojar em um dos órgãos mais importantes do corpo, em uma região conectada com os pulmões e vasos sanguíneos, a dirofilariose pode levar o pet até a morte. É uma doença presente nos cães, e apesar disso, existem tratamentos e prevenções diversificadas.

O Pró Heart é uma das opções que evitam a manifestação da doença através das picadas dos mosquitos. Uma das vantagens da medicação, é que sua aplicação ocorre somente a cada 12 meses, ou seja, a próxima dose será necessária somente a partir de 1 ano. Lembrando que Pró-Heart SR-12 deve ser aplicado sempre por um veterinário.

Venha conversar conosco e saber mais sobre este medicamento que garante a saúde e assegura que seu pet esteja protegido contra o verme do coração. Agende uma consulta!

Vou viajar com meu pet. O que preciso levar?

As férias acabaram mas o verão e o carnaval estão só começando e, com certeza, todos querem aproveitar para fazer uma boa viagem e ficar perto de quem ama. E isso inclui os nossos pets queridos, então por que deixá-los para trás, não é mesmo?!

Se você está pensando em viajar, deve haver algumas dúvidas sobre o que realmente é necessário para que tudo que corra bem. E para não ter nenhum impasse, o centro veterinário do anil resolveu dar algumas dicas e ajudar a preparar tudinho para a sua viagem.

As viagens de carro exigem um preparo anterior ao seu pet para que ele se acostume com os movimentos, além de ter as paradas obrigatórios para ele fazer as suas necessidades, como beber água, urinas e dar uma relaxada. Então já esteja consciente.

A partir de aqui, as dicas servem para as viagens de avião tbm. Leve a caixa de transporte além dos documentos que a hotelaria exige para a hospedagem. As vacinas devem estar em dia e é recomendado que faça uma bateria de exames para verificar a aptidão do pet para a viagem, e também um atestado com a permissão do médico veterinário.

Estas são as dicas CVA para garantir que a sua viagem no carnaval corra tudo perfeitamente. Esperamos que gostem!
E se restou alguma dúvida venha nos fazer uma visita e conversar com os nossos médicos veterinários. Eles irão orientar e ajudar de todas as formas.
Um ótimo carnaval a todos!

Diabetes em Gatos – Como diagnosticar e de que forma tratar

A diabetes em gatos não costumava ser muito comum, mas vem sendo cada vez mais diagnosticada.

A diabetes é uma doença que vem crescendo e preocupando os humanos, os levando a procurar uma vida mais saudável. Mas o que nem todo mundo sabe é que a diabetes tanto do tipo 1 quanto do tipo 2 vem crescendo dentro do mundo animal também, principalmente entre os gatos, e esse é um problema tão grave quanto em humanos.

diabetes mellitus é uma doença que vem afetando cada vez mais os gatos, e suas causas e sintomas são os mesmos que nos humanos. A diabetes em gatos é uma doença que afeta a produção de insulina do pâncreas do bichinho, que acaba por produzir menos do que devia. Além das vitaminas e proteínas necessárias para a nutrição do gatinho, seu corpo também absorve carboidratos que acabam se transformando em açúcares, como a glicose. A insulina ajuda a célula a transformar a glicose em energia, e com a falta dela, essa glicose acaba se instalando na corrente sanguínea e causando hiperglicemia.

A diabetes felina está mais associada a gatos idosos ou acima do peso (por isso a incidência é maior em machos castrados), mas está cada vez mais comum gatos jovens e saudáveis serem diagnosticados com a doença. Então, assim como com os humanos, a diabetes em gatos está relacionada à uma pré-disposição do organismo, combinada com má nutrição, obesidade e sedentarismo.

Sem tratamento, a doença pode causar outros problemas com o passar do tempo, como a má mobilidade das patas e perda de massa muscular. Isso pode acarretar outros problemas sérios ao organismo do bichinho por ele ficar mais fraco, então esteja atento.

 

Diagnóstico e tratamento rápidos são cruciais

Para os felinos a diabetes também pode ter o tipo 1 tipo 2, mas a maioria dos casos em gatos tem o diagnóstico de tipo 2. A diferença entre ambas é o funcionamento do pâncreas, na tipo1 o órgão praticamente para de funcionar, e na tipo 2 a produção de insulina é insuficiente.

O que eu preciso saber sobre a vacinação de cães?

As vacinas são produtos específicos que ativam o sistema imunológico do animal e fazem com que ele fique imunizado. Isso acontece através da produção de anticorpos pelo próprio organismo do bichinho. O que faz isso é importante? Para que se o seu bichinho entrar em contato com um vírus ou uma bactéria que possa deixá-lo doente, o organismo já esteja protegido e a doença não aconteça.

Preciso vacinar meu cão? Quando devo fazer isso?

Sim, precisa! E não é só filhotinho, os adultos também devem tomar vacinas diversas.
As vacinas não são caras e podem proteger o bichinho das mais diversas doenças.
Quando devo vacinar o meu cachorro? Há diversas vacinas que precisam ser dadas, mas a primeira é com 45 dias de vida. Trata-se de uma vacina que protege o pet de várias doenças e, por isso, pode receber o nome de V8, V10 ou V11.

No geral, a primeira dose é aos 45 dias de vida, a segunda aos 60 dias e a terceira aos 90 dias de vida, mas isso pode mudar de acordo com o protocolo do médico veterinário. Dependendo do caso, ele pode indicar que a vacinação antes dos 45 dias, principalmente quando a mamãe dos filhotes não era vacinada. Em outros casos, ele pode pedir ainda uma quarta dose.

Essa é uma das vacinas essenciais e protege o bichinho de:

• Parvovirose;   • Cinomose;   • Coronavirose;   • Parainfluenza;   • Hepatite;
• Adenovirose;  
• Leptospirose.

Outra vacina considerada essencial, ou seja, todo filhote de cachorro precisa tomar, é a vacina antirrábica. Essa pode ser aplicada aos quatro meses de idade ou aos seis meses de idade, de acordo com o protocolo veterinário. Há algumas vacinas são consideradas “opcionais” e são dadas de acordo com a fase do animal, o risco da doença no local no qual ele vive, entre outros. Quem vai decidir isso? O médico veterinário. É ele que irá examinar o pet e fazer o protocolo todo de vacinação que deve ser seguido à risca pelo proprietário. Tudo isso para garantir que o bichinho fique bem, saudável e protegido. Dentre elas pode-se citar a que protege da tosse dos canis e da leishmaniose.

 

Posso vacinar em qualquer lugar ou comprar e vacinar na minha casa?

Não. Isso não é o melhor a ser feito e pode ser que você gaste dinheiro com as vacinas e elas não deixem seu filhote ou cão adulto protegido. Antes de um bichinho ser vacinado ele precisa ser examinado. Se o pet tiver qualquer doença ou com uma verminose, por exemplo, a vacina não conseguirá ter o efeito desejado. Um organismo enfraquecido não conseguirá reagir bem à vacina.

Além disso, há uma grande divisão entre as vacinas “éticas” ou “não éticas”. Embora oficialmente todas as vacinas que possuem registro no Ministério da Agricultura, têm a sua eficácia comprovada, há várias alterações que podem fazer com que a vacina, mesmo que ela tenha saído em perfeitas condições do local fabricado, não faça o efeito esperado. Por exemplo, uma vacina colocada a uma temperatura muito alta, exposta ao tempo, ou congelada, perde totalmente o seu efeito.

Isso faz com que as vacinas que não têm um controle tão efetivo e são vendidas em qualquer lugar sejam consideradas “não éticas”. Por que isso? Porque ao serem oferecidas e vendidas em qualquer lugar, as vacinas “não éticas” podem sofrer variação de temperatura considerada inadequada e, por isso, pararem de fazer efeito. Essas vacinas sempre são as nacionais, pois as vacinas importadas não permitem a venda sem que haja uma geladeira apropriada e adequada, de acordo com as regras e normas de manutenção, para garantir a eficácia do produto. Além disso, apenas médicos veterinários, pessoas que têm conhecimento e sabem todos os detalhes desde o processo de fabricação até todo o processo e necessidade de manutenção, podem comprar a vacina importada. Isso faz com que além de um local adequado, as vacinas sejam trabalhadas apenas por profissional qualificado. Essa segurança e eficácia faz com que as vacinas importadas sejam consideradas “éticas”. Além disso, as vacinas importadas são feitas por empresas grandes e conceituadas, que por terem maior retorno financeiro, conseguem investir em mais pesquisas e a cada dia oferecer um produto melhor aos animais.

 

Como é aplicada a vacina? Ele sentirá muita dor?

A vacina é aplicada embaixo da pele do bichinho. É uma injeção e rapidinho ele está vacinado. Os filhotes, por serem mais sensíveis e não entenderem o que está acontecendo, muitas vezes choram um pouquinho. Já os adultos, não costumam nem notar que a aplicação foi feita. No local da vacina pode ocorrer um aumento de volume por alguns dias. É normal. Para diminuir isso, pode fazer compressa de água fria ou quente no lugar. É importante lembrar que nem todos os bichinhos têm esse aumento de volume.

 

Dá alguma reação?

No geral não. O que pode acontecer é do animal ficar mais quietinho ou sonolento no dia da aplicação, pois além de ter tomado a vacina e do seu organismo estar reagindo, ele teve toda a emoção de sair de casa, ser levado à clínica e isso pode deixá-lo mais cansadinho. Já as vacinas antirrábicas podem dar reação. Alguns pets têm febre e ficam muito quietinhos. Nesses casos, converse com o médico veterinário para que a medicação seja prescrita. Vale ressaltar que as vacinas precisam ser reforçadas anualmente, ou seja, o bichinho precisa tomar todo ano uma dose nova. Não se esqueça disso. Mantenha a vacinação em dia e garanta a saúde do seu cachorrinho de estimação.

 

Parvovirose Canina – Conheça a doença e saiba como prevenir seu pet

Com certeza você já se deparou com alguém comentando sobre a “parvo”, uma doença famosa que pode acometer nossos cães, causando diarreia com sangue entre outros sintomas diferentes que confundem com diversas doenças. Quem é esta tal de parvovirose canina: você já ouviu falar? Como é transmitida? Como evitar?

A parvovirose é conhecida popularmente por parvo, é uma doença grave, causada por um vírus e que pode levar a morte. Pode ocorrer em todos os canídeos, principalmente os cachorros, sendo mais comum de acontecer em cães filhotes (menos de um ano de idade) por serem mais frágeis que um adulto e mais grave em filhotes com menos de 6 meses de idade principalmente se tiverem vermes intestinais pois estes diminuem a imunidade.

O animal vai apresentar diarreia que normalmente é acompanhada de sangue, vomito, falta de apetite, prostração, febre, perda de peso ,entre outros. Parvovirose é muito contagiosa , vive no ambiente por muito tempo, resiste até a limpeza com desinfetantes, passa facilmente de um cão para o outro, pois o vírus sai nas fezes do animal doente e pode ser inalada ou ingerida por outros.

O diagnóstico é feito através de exames laboratoriais como ELISA, detecção do vírus nas fezes, também pode ser pelo quadro clinico do animal, mas este apenas sugere a doença, não confirma, pois pode confundir com algumas outras enfermidades. Não há um tratamento especifico para a parvovirose por se tratar de um vírus, apenas é feito o tratamento sintomático, portanto é importante levar seu cãozinho a um veterinário para que possa ser tratado o quanto antes.

 

Como evitar a parvovirose canina?

A prevenção deve ser feita evitando contato de animais doentes com sadios, não coloca-los em ambiente contaminado por no mínimo 6 meses e vacinação. A vacinação é a principal forma para evitar a “parvo”, podendo ser feita na mãe antes de dar cria para que a imunidade possa ser passada aos filhotes através da amamentação e nos filhotes sendo feita três doses e reforço anual, apenas nos cães da raça Rottweiler é aconselhável fazer quatro doses pois essa raça tem mais predisposição a pegar a doença.

Confira, abaixo, alguns dados mais específicos em relação à transmissão, sintomas, desenvolvimento da doença e tratamento da parvovirose canina, e fique ligado nos sinais que o seu cãozinho pode estar apresentando.

Transmissão da parvovirose canina

Conforme relatado anteriormente, a única forma de prevenção da parvovirose canina é a vacinação e cachorros que não receberam a imunização do vírus correm o risco de serem contaminados em um simples contato com um animal infectado. Podendo ficar encubada por até 15 dias, a doença pode não ser detectada durante este período; embora o cão já esteja com a doença em seu organismo e, por isso, possa transmitir o problema para outros animais com quem ele tenha contato direto.

As fezes dos animais contaminados são, sem dúvida, o foco principal de transmissão do vírus. No entanto, pessoas também podem ser responsáveis pela infecção de outros cães, já que, pessoas que tem contato com o vírus podem carregá-lo nas suas roupas e calçados, por exemplo, contaminando os pets que entrarem em contato com estes itens.

Outra forma de transmissão da doença se dá por meio de objetos usados por cães contaminados com a parvovirose canina. Portanto, é importante lembrar que qualquer item que tiver sido de um animal infectado (como brinquedos, bebedouros, mordedores, roupas e acessórios) não deve ser usado por outros cães, devendo ser descartado.

Os sintomas da parvovirose

Além da diarreia com fezes líquidas, sangue  e um odor fétido característico – tido como um dos mais clássicos sinais da doença – os vômitos, a febre alta e a gastroenterite (inflamação das mucosas do estômago e do intestino) também fazem parte do conjunto de sintomas da Parvovirose. Deixando o animal bastante debilitado, as febres provocadas pela doença podem chegar a até 41 °C.

Desidratação, perda de apetite e apatia profunda também entram na lista de sinais da doença, que é fatal em cerca de 80% dos casos. Embora possam ficar encubados por algum tempo, os sintomas da Parvovirose, quando começam a se manifestar no animal, podem chegar de maneira tão rápida e agressiva, que são capazes de levar o cão à morte em questão de horas.

Portanto, fica clara a necessidade de, ao notar qualquer sinal que possa indicar a doença, trazer o seu pet ao Centro Veterinário do Anil o mais rápido possível; já que somente o pronto atendimento adequado pode aumentar as chances de que o seu cãozinho sobreviva a este terrível problema.

Coronavirose – Identificando sintomas e prevenindo o problema

Tida como uma das doenças virais mais sérias e prejudiciais aos cães, a coronavirose é altamente contagiosa e afeta o trato intestinal dos animais acometidos por ela. Também conhecida como Gastrointerite Contagiosa dos Cães, a doença tem o vírus chamado de Corona como agente, e pode ser transmitida para animais como gatos e bovinos e até seres humanos, sendo considerada uma zoonose.

Embora tenha sido identificado primeiramente em frangos, o vírus Corona tem os cães entre os seus principais prejudicados nos dias de hoje, e ganhou este nome por se instalar em forma de coroa nas células que o multiplicam. Frequentemente confundida com a parvovirose.

Coronavirose desencadeia uma série de sintomas bastante parecidos com os da parvo, apenas de forma mais branda, incluindo diarreias em forma de jatos, perda de apetite e febre, entre outros.

A forma mais comum de contaminação da coronavirose é por meio do contato de cães sadios com as fezes de animais infectados, sendo que os primeiros sinais da doença já começam a se manifestar nos cachorros acometidos cerca de três dias até sete após o contágio. Contando com níveis de intensidade bastante variados, os sintomas da doença podem ser bem leves e, em alguns casos, melhorar depois de alguns dias mesmo sem tratamento específico.

Entretanto, casos mais graves podem ser fatais para os cachorros que não são prontamente atendidos; por isso, ao perceber qualquer sinal atípico que se assemelhe aos sintomas da coronavirose em seu pet, é fundamental que ele seja analisado por um profissional veterinário, evitando complicações maiores. Conheça, a seguir, um pouco mais sobre as particularidades desta doença, e saiba como agir para preveni-la e tratá-la no seu bichinho de estimação.

 

Transmissão da Coronavirose

Conforme citado anteriormente, a principal forma de transmissão da doença é por meio do contato direto de um cão sadio com os dejetos de um animal contaminado, sendo que o contato com qualquer tipo de mucosa ou secreção infectada também favorece a propagação.

Objetos usados pelos cachorros doentes também ficam infectados pelo vírus corona, assim como o ambiente em que ele vive e despeja suas fezes. Portanto, os itens de uso de um cão contaminado pela coronavirose devem ser esterilizados e limpos com produtos desinfetantes apropriados antes que qualquer animal sadio tenha contato direto com eles.

 

Sintomas da coronavirose

Os principais sinais da doença são bastante parecidos com os sintomas da parvovirose, e incluem febre, Vômitos, apatia, desidratação, anemia, cólicas estomacais, perda de apetite e diarreia – que ocorre em forma de jatos, tem cor alaranjada e não possui odor forte. Afetando o trato intestinal dos cachorros, a coronavirose raramente se espalha para outros órgãos do animal, embora o lacrimejamento também possa fazer parte do conjunto de sinais da doença, em alguns casos.

Seu gato está gordo?

A obesidade em gatos, em números, chega a atingir 25% até 30% da população felina, aproximadamente. Com uma vida menos ativa do que a da maioria dos cães, a obesidade nos gatos acaba acontecendo sem que os donos realmente notem, mas a verdade é que, com o pensamento de que gatos e cachorros tem que comer as mesmas calorias que gastam no dia-a-dia e nada mais, os gatos comem muito mais do que fazem alguma atividade que queime as calorias ingeridas.

Para descobrir a obesidade em gatos apalpar as costelas e facilmente encontrá-las é um bom e simples modo de saber se o gato está acima do peso ideal. Tem que sentir e localizar as costelas e coluna sem maiores problemas, só com uma camada de massa por cima. O peso dos bichanos varia, em média, entre 3 e 5 quilos. Gatos com a estrutura óssea maior, podem pesar além dos cinco quilos.

Já que os gatos podem ser mais caseiros do que a maioria dos cães, gostam de dormir ou só ficarem quietos, uma boa dica para obrigá-los a fazer um pouco de atividade física é colocando os petiscos ou comida em lugares de difícil acesso, em como em cima de armários. Assim, o gato, obrigatoriamente, terá que fazer um pouco de atividade para conseguir comer.

Os donos de gatos obesos também podem espalhar brinquedos interativos pela casa, como arranhadores, tudo o possível para entretê-los e, ao mesmo tempo, criar uma atividade física. O dono também pode chamar o gato para ir com ele quando for mudar de cômodo na casa, um facho de luz de uma lanterna também pode entreter bastante o gatinho que, provavelmente, vai ficar caçando-o nas paredes da casa.

obesidade nos gatos pode trazer vários outros problemas, como dificuldade em se locomover, expectativa de vida diminui, doenças osteoarticulares, insuficiência cardíaca, piora nas condições respiratórias, doenças no fígado, etc.

Mas antes de qualquer mudança, principalmente no que se refere à dieta, a melhor opção é consultar um profissional da área, para confirmar se o gato está mesmo obeso e se não tem nenhum problema fazer as mudanças na alimentação e rotina. O principal cuidado e preocupação deve ser a saúde do bichano.

Muitas vezes, ainda, a obesidade em gatos não está somente ligada a sedentarismo ou alimentação incorreta, a obesidade pode ser indicação e uma doença endócrina e deve ser levada a sério, sempre que perceber seu gato obeso, principalmente se ocorrer em um período curto de tempo, leve-o ao veterinário para fazer exames de sangue.

Iguana Marinho

O arquipélago de Galápagos é a única região do planeta que possui esse réptil marinho. O iguana marinho (Amblyrhynchus cristatus) vive boa parte do tempo dentro da água procurando algas marinhas usadas na alimentação. Para encontrar essas algas, ele mergulha abaixo da linha da maré em até 40 metros de profundidade e permanece submerso até 60 minutos sem respirar. É um réptil que pode chegar a 1,75 metro de comprimento, no caso macho. Como todo réptil, o iguana é também um animal pecilotérmico. Para evitar uma queda acentuada de sua temperatura, antes de mergulhar, ele passa por um aquecimento ao sol, elevando a temperatura para próximo dos 36 graus centígrados. Sempre que a temperatura cai abaixo de 18°C, ele sobe os rochedos para se aquecer, ali permanece durante horas, quase sempre em grupos.

Embora o aquecimento seja importante à sua sobrevivência, a temperatura não deve ultrapassar 43°C para que ele não corra risco de vida. Durante o mergulho, a frequência cardíaca diminui drasticamente em função da queda da temperatura, atingindo 3 ou 5 batidas por minuto. Com uma frequência cardíaca tão baixa, pouco sangue vai à pela para realizar a troca de calor. Diminuindo a temperatura, cai também o metabolismo, e assim o animal pode ficar mais tempo até uma hora sem respirar dentro da água. Enquanto permanece na água, a temperatura se aproxima de zero grau centígrado.
Nessas condições o iguana consegue economizar oxigênio e energia enquanto permanece submerso, em compensação, torna-se mais lento. Se a água do mar estiver numa temperatura mais baixa que a temperatura do corpo do iguana, ele precisa de um bom aquecimento antes de entrar na água, uma vez que vai transferir calor do corpo para a água. É bom lembrar que a água rouba calor 25 vezes mais que o ar.
O iguana possui uma glândula dessalinizadora, localizada entre os olhos, responsável pela eliminação do excesso de sal presente na corrente sanguínea. Os cristais de sal também são eliminados por espirros, cada vez que ese sal atinge as vias nasais.
O iguana tem uma expectativa de vida ao redor de 30 anos

 

Hábito alimentar

O iguana marinho é onívoro, ou seja, alimenta-se de vegetais e animais. No seu cardápio estão os filhotes de leão marinho, caranguejos e algas marinhas.

 

 

Reprodução

Na fase de reprodução o macho constrói um harém com um grande número de fêmeas. A construção do Harém é feita com muita luta e sacrifício. É um animal ovíparo que coloca seus ovos na areia da praia, em número de 2 a 3, em buracos de 30 cm de profundidade, com tamanho que varia de 8 a 14 cm. O período de incubação varia de 100 a 120 dias e são incubados pelo calor do sol.

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